Nos Estados Unidos, a estudante cristã de medicina Samantha Fulnecky, da Universidade de Oklahoma, foi reprovada em uma redação por citar princípios bíblicos ao criticar a ideologia de gênero. No trabalho da disciplina Desenvolvimento ao Longo da Vida, ela escreveu que Deus criou apenas dois gêneros e classificou a ideologia como “demoníaca”. O professor William “Mel” Curth, que usa os pronomes “ela/elu”, considerou o texto ofensivo e alegou que a aluna não respondeu ao que foi solicitado, usando ideologia pessoal em vez de evidências científicas.
O caso viralizou nas redes sociais e chegou ao governador Kevin Stitt, que defendeu a liberdade acadêmica e pediu revisão da investigação. A universidade afirmou levar a sério os direitos da Primeira Emenda e abriu apuração imediata, colocando Curth em licença administrativa. Samantha, que já havia obtido notas máximas em trabalhos anteriores, disse estar “chocada” com o zero e apresentou queixa formal por discriminação religiosa. A instituição garantiu que a nota não afetará sua média final.


