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CPMI do INSS rejeita convocação de Lulinha em meio a acusações de ligação com esquemas

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A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga fraudes bilionárias no INSS rejeitou, por 19 votos a 12, a convocação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Lula. O pedido, feito pelo partido Novo, foi reforçado após o depoimento de Edson Claro, ex-funcionário do INSS, que acusou Lulinha de receber uma “mesada” de R$ 300 mil e até R$ 25 milhões do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, apontado pela Polícia Federal como operador do esquema. Segundo Claro, Lulinha teria atuado como lobista e mantido proximidade empresarial com o investigado. Apesar das citações em conversas de WhatsApp e testemunhos, Lulinha não é alvo da PF e aliados do governo classificaram as acusações como “pirotécnicas” e sem provas. O caso reacende polêmica sobre a extensão das fraudes, que somam R$ 6,3 bilhões em descontos indevidos de aposentados e pensionistas.

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