A inteligência artificial deve entrar em uma nova etapa a partir de 2026, deixando de ser apenas uma ferramenta de resposta para se tornar cada vez mais ativa no dia a dia. A tendência é que a IA execute tarefas completas, com menos intervenção humana.
Agentes, privacidade e novos desafios
Segundo relatórios de tendências do Gartner e de consultorias de tecnologia, um dos principais avanços será a chamada Agentic AI. Esses agentes de IA não apenas conversam, mas também agem, podendo marcar reuniões, comprar passagens ou operar sistemas de forma autônoma.
Outra mudança importante é a expansão da IA no próprio dispositivo, conhecida como Edge AI. Nesse modelo, a tecnologia roda diretamente no celular ou computador, reduzindo a dependência da internet e ampliando a privacidade e a velocidade de resposta.
A regulação também deve ganhar força. De acordo com órgãos reguladores, leis como o AI Act da União Europeia e o Marco Legal da IA no Brasil buscam estabelecer limites éticos, regras de uso e proteção de direitos autorais.Entre os desafios, especialistas apontam o combate às deepfakes, o alto consumo energético dos data centers e a necessidade de adaptação do mercado de trabalho a um cenário cada vez mais automatizado.


