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Uma ONG ligada ao INSS, que movimentou milhões em recursos, chama atenção pela estrutura mínima: funciona em um pequeno cubículo e conta com apenas um funcionário. A discrepância entre o alto faturamento e a operação enxuta levanta questionamentos sobre transparência e gestão. O caso expõe fragilidades na fiscalização e reacende o debate sobre o uso de verbas públicas em entidades privadas.


